sábado, 12 de novembro de 2016

Texto 1


QUESTÃO 1=========================
Na primeira oração, a vírgula foi utilizada, porque há
A) um vocativo.
B) um aposto.
C) um verbo.
D) uma oração.
QUESTÃO 2==========================
O humor do meme está presente em
A) Sebozim, corre.
B) tá aqui!
C) Cadê? Cadê?
D) vem pegar esses Pokémon!

Leia os dois textos abaixo para responder às questões de 3 a 9.

Texto 2 

7 lugares inusitados para capturar um Pokémon Tem gente levando o Pokémon GO um pouco a sério demais. Desde o lançamento do jogo, os usuários entraram em frenesi, mas alguns foram além. Conheça sete casos em que os limites foram rompidos para se caçar um monstrinho.
[...] O túmulo de seu irmão Robin Reijers, de 21 anos, foi visitar o túmulo de seu irmão menor, que faleceu aos 15 anos devido a uma doença cardíaca, na cidade de Edam, na Holanda. O caçula era tão fã de Pokémon que um Pikachu foi colocado na lápide. Qual não foi a surpresa de Robin quando seu celular vibrou ao se aproximar do túmulo e ele encontrou, justamente ali, o monstrinho amarelo, um dos mais raros do jogo, pronto para ser capturado. O relato completo da história saiu no jornal britânico Daily Mail. [...] Disponível em: revistagalileu.globo.com/blogs/buzz/noticia 2016/07/7-lugares-inusitados-para-capturar-um-pokemon.html

QUESTÃO 3
De acordo com a leitura do texto, o Pokémon Go
A) não despertou o interesse das pessoas.
B) despertou o interesse apenas das crianças.
C) produziu um efeito emocional forte;
D) modificou a rotina de cemitérios.

QUESTÃO 4
A surpresa de Robin foi
A) visitar o túmulo do irmão.
B) ver a lápide de Pikachu.
C) saber a causa da morte do irmão.
D) detectar um Pokémon no túmulo.

QUESTÃO 5
Esse texto é
A) notícia.
B) Meme.
C) conto.
D) poema.
QUESTÃO 6

O objetivo do texto é:
A) divertir.
B) informar.
C) instruir.
D) questionar.
QUESTÃO 7

O lead do texto é
A) 7 lugares inusitados para capturar um Pokémon.
B) O túmulo de seu irmão.
C) Tem gente levando o Pokémon GO um pouco a sério demais.
 D) Robin Reijers, de 21 anos, foi visitar o túmulo de seu irmão menor.
QUESTÃO 8

Após o início do texto, aparece esse sinal [...] e no final do texto também [...]. Essas marcas indicam A) que o texto está completo.
B) que foi retirada uma parte do texto.
C) que o texto é de revista.
D) que foram retiradas partes desse texto.
QUESTÃO 9

O texto um e dois têm em comum
A) o tema.
B) a forma.
C) a escrita.
D) a finalidade.

Leia os textos 3 e 4 para responder às questões de 10 a 12.

Texto 3
USO DOS PORQUÊS
• POR QUE – usa-se em perguntas diretas ou
em perguntas indiretas.
• EX. Por que você deixou seu irmão só?
• EX. Não sei por que você deixou seu irmão
só.
• PORQUE – usa-se em respostas.
• EX. porque precisava ir à escola.
• POR QUÊ – aparece em final de período
interrogativo.
• EX. você deixou seu irmão só por quê?
• PORQUÊ – funciona como substantivo.
• Não sei o porquê de sua tristeza.

QUESTÃO 10
Comparando os dois textos, chega-se a conclusão que o texto quatro
A) segue as regras apresentadas no texto três.
B) segue apenas, no último quadrinho, a regra
do uso dos porquês.
C) no primeiro quadrinho, o porquê está de
acordo com o caso um, do texto três.
D) no segundo quadrinho, o porquê está de
acordo com a última regra do texto três.

QUESTÃO 11
Segundo a regra do texto três, o porquê que deveria ser utilizado, no primeiro quadrinho,
seria
A) porquê.
B) porque.
C) por que.
D) por quê.
QUESTÃO 12

De acordo com a leitura do texto quatro, infere- se que a conta de energia está
A) acima do consumo.
B) muito barata.
C) abaixo do consumo.
D) muito cara.
Leia o texto para responder às questões de    13 a 15.

O MENINO LIVRE
           Quando eu tinha nove anos, morava no Tancredo Neves, em Fortaleza, era o menino
mais bagunceiro da rua.
           Assim que eu chegava da escola, ia direto para a rua brincar, com os meus amigos, de
bola.
           A gente, às vezes, apostava corrida de bicicleta na rua. Soltávamos raia, mas tinha
vez que a raia caia no telhado das vizinhas, e eu subia para pegar, elas brigavam comigo.
           Brincávamos também de bila. Quando  minha mãe chegava do trabalho, ela brigava
comigo e me deixava de castigo , porque eu   passava o dia na rua só brincando...
            Era melhor quando chegava o carnaval,  eu e meus amigos comprávamos ovos e goma
só para tacar uns nos outros. Nós sujávamos a    rua toda.
            Tínhamos pena de quem entrasse na rua,     quem entrava nós sujávamos todo...
                                                                                       Francisco Jorge dos Santos – 8º ano E
QUESTÃO 13
A mãe brigava com o filho por que
A) ele passava o dia brincando.
B) ele não ia à escola.
C) ele jogava goma e ovos.
D) ele apostava corrida.
QUESTÃO 14
O sentimento que o texto passa é
A) de tristeza.
B) de alegria.
C) de revolta.
D) de rancor.

QUESTÃO 15
Os tempos verbais predominantes no texto são
A) pretérito perfeito.
B)pretérito mais que perfeito.
C) pretérito imperfeito.
D) futuro do pretérito.



Velhas lembranças - crônica

Leia o texto para responder às questões de 1 a 7.
                            Velhas lembranças

  Ele estava sujo em uma esquina, sentado, cabisbaixo, mas passou um carro de som “Ah se já perdemos a noção das horas...”, ele ergueu a cabeça, com um lindo sorriso estampado no rosto... Entrou em um estágio de transe, levantou-se lentamente como um gato que almeja atacar um pássaro e segue nesse ritmo calçada a fora. Braços estendidos, olhos voltados para cima como criança que brinca de caminhar com as nuvens e se foi...
     O sinal abriu, dei partida no carro, mas o engarrafamento me ajudou a curtir aquele momento de êxtase dele. Quando a música terminou, ele recostou-se na parede e escorregou por ela. Parei e o olhei nos olhos, duas lágrimas caiam-lhe sobre um rosto sofrido e amargo. Baixou a cabeça e começou a riscar no chão com o dedo.
 Novamente dei partida, mas minha mente ficou para trás a pensar que amor ou destino teria levado aquele homem àquele estado de sofrimento e dor, apenas aplacado ou despertado pela música.
  Diante dessa imagem, senti um velho perfume que vez ou outra invade meu mundo... Só aí compreendi que lembranças são como fogo sempre há uma brasa escondida nas cinzas.
                                                           Valene
QUESTÃO 1
 Esse texto é uma crônica:
A) narrativa.
B) descritiva.
C) metafísica.
D) argumentativa.
QUESTÃO 2
A figura semântica que aparece no primeiro parágrafo é:
A) metáfora.
B) comparação.
C) catacrese.
D) eufemismo. 
QUESTÃO 3
 A mudança de atitude do personagem deveu-se:
A) ao trânsito engarrafado.
B) ao sinal abrir.
C) à música tocar.
D) ao velho perfume.
QUESTÃO 4
 Infere-se pela leitura do texto que
A) o personagem era insensível.
B) o personagem era invisível.
C) o personagem era rico.
D) o personagem era sensível.
QUESTÃO 5
 O espetáculo do personagem em transe
levou o narrador a
A) lembrar-se de um perfume.
B) parar no trânsito para vê-lo.
C) sentir-se ameaçado.
D) ignorar a cena.
QUESTÃO 6
 Na oração abaixo, o velho perfume representa uma metonímia. Essa metonímia caracteriza
A) o autor pela obra.
B) a parte pelo todo.
C) o continente pelo conteúdo.
D) a marca pelo produto.
QUESTÃO 7
 No período abaixo, o conectivo MAS estabelece relação de
O sinal abriu, dei partida no carro, mas o engarrafamento me ajudou a curtir aquele momento de êxtase dele.”
A) explicação.
B) conclusão.
C) oposição.
D) adição.
QUESTÃO 8
 A figura semântica presente nesse texto é

https://www.google.com.br/search?q=tirinha+me+de+comida&espv=2&biw=1304&bih=702&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwiO5brHp6TQAhUDjZAKHXucCzAQsAQIGg#imgrc=3aHpBYm7tqAKvM%3A
A) eufemismo.
B) antítese.
C) metáfora.
D) hipérbole.

QUESTÃO 9
 A figura semântica presente nesse texto é
https://www.google.com.br/search?q=bandeirante+outdoor+sobre+bebida+e+direção&espv=2&biw=1304&bih=653&tbm=isch&imgil=ba0BPwDwYt0PvM%253A%253B0JWKU0YRTGVRsM%253Bhttp%25253A%25252F%25252Fwp.clicrbs.com.br%25252Fsemcensura%25252F2010%25252

A) eufemismo.
B) antítese.
C) metáfora.
D) hipérbole.

QUESTÃO 10
 A finalidade desse texto é
A) divertir.
B) persuadir.
C) informar.
D) analisar.
QUESTÃO 11
 “Iracema, a virgem dos lábios de mel”. Nesse trecho,  temos
A) eufemismo.
B) antítese.
C) metonímia.
D) metáfora.
QUESTÃO 12
 O autor da obra Iracema é
A) José de Alencar.
B) José Lins do rego.
C) Josué de castro.
D) José de Abreu.
QUESTÃO 13
 No encontro inicial de Iracema e Martim,
A) ela deu-lhe uma bebida.
B) atirou uma flecha.
C) armou-lhe uma rede alva.
D) apresentou – o ao chefe da tribo.
QUESTÃO 14
 Iracema guardava o segredo da jurema, por isso, o guerreiro que a desposasse
A) assumiria a tribo.
B) quebraria a flecha da paz.
C) morreria imediatamente.
D) seria entregue a tribo rival.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Murmúrios da alma 


Cover_front_medium

Autor: Maria Eliene Fernandes da Silva 
Gênero: Poema
Sinopse: 

O sentido da vida está no amor, pois ele move o moinho de nossos dias, promovendo transformações, medos, anseios e desejos. Esse sentimento que carregamos no peito liberta-nos dos limites impostos pelo cotidiano. O amor é... o sol que aquece nossos dias, a lua que ilumina nossas noites, o frio que corta as nossas almas, o silêncio que nos cala ou fala-nos...

https://agbook.com.br/book/221442--Murmurios_da_alma

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Cover_front_medium
Autor: Maria Eliene Fernandes da Silva 
Gênero: microconto
Sinopse: 
A condição humana é marcada por uma travessia continua rumo à morte. Os obstáculos e desafios são um entretenimento para esquecer a inimiga dos dias que nos espreita em cada esquina. Ela não perdoa ninguém, mas a vida se impõe como um rio e faz-nos navegar soberanos.

Venda: Agbook

                                                                                                                  https://agbook.com.br/backstage/my_books/217157












domingo, 12 de junho de 2016

Avaliação diagnóstica/ SPAECE

QUESTÃO 1-  D03-  De acordo com o texto


A) o casal está apaixonado.
B) o tempo que passaram juntos foi maravilhoso.
C) eles gostam de curtir Legião Urbana.
D) a relação foi marcada, para ele, por perdas.

Leia o texto para responder às questões de 2 a 9
A confissão
                Na cidade Lugar Nenhum, em uma capela, o padre notou que o vinho estava sendo roubado, consumido.
               Uma hora antes de começar a missa , o padre avistou um sacristão, ele estava cambaleando.  O padre percebeu que o mesmo estava bêbado e desconfiou que ele  estava consumindo o vinho. Então, o chama:
               - Irmão, há quanto tempo não se confessa?
               O sacristão respondeu gaguejando:
               - Jááááájáá faz um tempo,  padre.
          Então, o padre puxou o sacristão para o confessionário  e perguntou:
               - Quais foram seus últimos pecados?
               O bêbedo respondeu:
                - Não me lembro, seu padre.
               O padre, tentou fazer  a memória
 do bêbado voltar, falou:
               - E o vinho que você roubou na capela?
               O sacristão respondeu:
               - Fale mais alto,  padre, pois desse
 lado não escuto muito bem!
               O padre gritou:
               - O vinho que você roubou da capela?
             O sacristão respondeu:
              - Continuo não te ouvindo, padre!
Vamos trocar de lugar?
              O padre concordou e trocou de lugar.
 Já com os lugares trocados, o bêbado falou:
              - Como está a irmã Maria?   Eu vi
vocês atrás da capela ontem.
              O padre falou:
           -  Você tem razão, irmão, daqui não
dá para ouvir muito bem.
            O padre não poderia deixar que
aquela notícia chegasse aos ouvidos dos
outros. Levantou suas vestes e tirou uma
arma, pediu que o bêbado abrisse a janela
 do confessionário. Quando ele abriu, o
 padre, com a arma na cabeça do
sacristão,  falou:
               - Deus tenha piedade de sua alma.
                 Felipe Pereira - 9ºB/2014

QUESTÃO 2 - D09- Esse texto pertence ao gênero textual:

A)  conto.
B) crônica.
C) fábula.
D)  notícia.

QUESTÃO 3 - D11. O elemento que gera o conflito no texto é

A)  o padre.
B)  o sacristão.
C)  o roubo do vinho.
D)   a falta de fé.

QUESTÃO 4-   D11-  O narrador do texto é

A)  o padre.
B)  o sacristão
C)  um ladrão.
D)  observador onipresente.

QUESTÃO 5- D11- O clímax do texto ocorre quando:

A)  o padre sai para procurar o ladrão.
B)  o padre vai confessar o sacristão.
C) quando o sacristão troca de lugar com o padre.
D) quando o padre puxa a arma.

QUESTÃO 6 -
D03- Quando o sacristão resolveu trocar de lugar com o padre, ele queria:

A)  ouvir melhor a informação.
B) chantagear o padre.
C) contar ao padre sobre uma namorada antiga.
D) ajudar o padre a resolver o conflito.

QUESTÃO 7-  D21-  Os verbos no texto estão predominantemente no

A)  presente.
B) pretérito perfeito.
C) pretérito mais que perfeito.
D) futuro do presente.

QUESTÃO 8- D17 - Quando ele abriu, o padre, com a arma na cabeça do sacristão,  falou:
O termo em destaque, na oração, estabelece relação de

A)  oposição.
B)  tempo.
C)  finalidade.
D)  explicação.

QUESTÃO 9- D21  “ E o vinho que você roubou na capela? “ A palavra destacada na oração é:

A)  um pronome possessivo.
B) um pronome relativo.
C)  uma conjunção.
D) uma preposição.


Como opera a máfia que transformou o Brasil num dos campeões da fraude de medicamentos

É um dos piores crimes que se podem cometer. As vítimas são homens, mulheres e crianças doentes — presas fáceis, capturadas na esperança de recuperar a saúde perdida. A máfia dos medicamentos falsos é mais cruel do que as quadrilhas de narcotraficantes. Quando alguém decide cheirar cocaína, tem absoluta consciên­cia do que coloca no corpo adentro. Às vítimas dos que falsificam remédios não é dada oportunidade de escolha. Para o doente, o remédio é compulsório. Ou ele toma o que o médico lhe receitou ou passará a correr risco de piorar ou até morrer. Nunca como hoje os brasileiros entraram numa farmácia com tanta reserva.

 PASTORE, Karina. O Paraíso dos Remédios Falsificados. Veja, nº 27. São Paulo: Abril, 8 jul. 1998, p. 40­41.

QUESTÃO 10 - D01-  Segundo a autora, “um dos piores crimes que se podem cometer” é
A) a venda de narcóticos.
B) a falsificação dos remédios.
C) a receita de remédios falsos.
D) a venda abusiva de remédios.

VISITA

   Sobre a minha mesa, na redação do jornal, encontrei-o, numa tarde quente de verão. É um inseto que parece um aeroplano de quatro asas translúcidas e gosta de sobrevoar os açudes, os córregos e as poças de água. É um bicho do mato e não da cidade. Mas que fazia ali, sobre a minha mesa, em pleno coração da metrópole?         Parecia morto, mas notei que movia nervosamente as estranhas e minúsculas mandíbulas. Estava morrendo de sede, talvez pudesse salvá-lo. Peguei-o pelas asas e levei-o até o banheiro. Depois de acomodá-lo a um canto da pia, molhei a mão e deixei que a água pingasse sobre a sua cabeça e suas asas. Permaneceu imóvel. É, não tem mais jeito — pensei comigo. Mas eis que ele se estremece todo e move a boca molhada. A água tinha escorrido toda, era preciso arranjar um meio de mantê-la ao seu alcance sem, contudo afogá-lo. A outra pia talvez desse mais jeito. Transferi-o para lá, acomodei-o e voltei para a redação.         Mas a memória tomara outro rumo. Lá na minha terra, nosso grupo de meninos chamava esse bicho de macaquinho voador e era diversão nossa caçá-los, amarrá-los com uma linha e deixá-los voar acima de nossa cabeça. Lembrava também do açude, na fazenda, onde eles apareciam em formação de esquadrilha e pousavam na água escura. Mas que diabo fazia na avenida Rio Branco esse macaquinho voador? Teria ele voado do Coroatá até aqui, só para me encontrar? Seria ele uma estranha mensagem da natureza a este desertor?          Voltei ao banheiro e em tempo de evitar que o servente o matasse. “Não faça isso com o coitado!” “Coitado nada, esse bicho deve causar doença.” Tomei-o da mão do homem e o pus de novo na pia. O homem ficou espantado e saiu, sem saber que laços de afeição e história me ligavam àquele estranho ser. Ajeitei-o, dei-lhe água e voltei ao trabalho. Mas o tempo urgia, textos, notícias, telefonemas, fui para casa sem me lembrar mais dele
. GULLAR, Ferreira. O menino e o arco-íris e outras crônicas. Para gostar de ler, 31. São Paulo: Ática, 2001. p. 88-89

QUESTÃO 11-  D01  Ao encontrar um inseto quase morto em sua mesa, o homem

A) colocou-o dentro de um pote de água.
B) escondeu-o para que ninguém o matasse.
C) pingou água sobre sua cabeça.
D) procurou por outros insetos no escritório

QUESTÃO 12 - D01-  O homem interessou-se pelo inseto porque

A) decidiu descansar do trabalho cansativo que realizava no jornal.
B) estranhou a presença de um inseto do mato em plena cidade.
C) percebeu que ele estava fraco e doente por falta de água.
D) resolveu salvar o animal para analisar o funcionamento do seu corpo.

QUESTÃO 13-   D03- A mudança na rotina do homem deu-se

A) à chegada do inseto na redação do jornal.
B) ao intenso calor daquela tarde de verão.
C) à monotonia do trabalho no escritório.
D) à transferência de local onde estava o inseto.

QUESTÃO 14-   D02- A presença do inseto na redação do jornal provocou no homem

A) curiosidade científica.
B) sensação de medo.
C) medo de pegar uma doença.
D) lembranças da infância.

QUESTÃO 15- D19- Em “Não faça isso com o coitado!”, a palavra sublinhada sugere sentimento de

A) maldade.

B) crueldade.
C) desprezo.
D) afeição. 

Romantismo - Avaliação do 2º ano.

Textos para as questões de 1 a 5.

Texto I
“Mulher, Irmã, escuta-me: não ames,
Quando a teus pés um homem terno e curvo
jurar amor; chorar pranto de sangue,
Não creias, não, mulher: ele te engana!
as lágrimas são gotas de mentira
E o juramento manto da perfídia”.
              Joaquim Manoel de Macedo
    
Texto II
“Teresa, se algum sujeito bancar o
sentimental em cima de você
E te jurar uma paixão do tamanho de um
bonde
Se ele chorar
Se ele ajoelhar
Se ele se rasgar todo
Não acredite não Teresa
É lágrima de cinema
É tapeação
Mentira
CAI FORA
             Manuel Bandeira
QUESTÃO 1 - (Enem) Os autores, ao fazerem alusão às imagens da lágrima, sugerem que: 

A) Há um tratamento idealizado da relação homem/mulher.
B) Há um tratamento realista da relação homem/mulher.
C) A relação familiar é idealizada.
D) A mulher é superior ao homem.
E) A mulher é igual ao homem.

QUESTÃO 2 -  O recurso de intertextualidade pelo qual foi escrito o segundo texto foi

A) paródia.
B) paráfrase.
C) epigrafe.
D) tradução.
E) alusão.

QUESTÃO 3 - As figuras de linguagens predominantes nas passagens abaixo são respectivamente

jurar amor; chorar pranto de sangue,/ as lágrimas são gotas de mentira”

A) hipérbole/ironia.
B) ironia/metáfora.
C) metáfora/ hipérbole.
D) hipérbole/metáfora.
E) metáfora/antítese.

QUESTÃO 4 -  No segundo texto, os conectivos SE estabelecem relação de

A) causa.
B) comparação.
C) concessão.
D) finalidade.
E) condição.

QUESTÃO 5 - Joaquim Manuel de Macedo pertenceu ao movimento literário...,  publicando a obra...

A) Classicismo/ os Lusíadas.
B) Romantismo/Suspiros poéticos e saudades.
C) Barroco/ A  canção do exílio.
D) Humanismo/ Noite na taverna.
E) Romantismo/ A Moreninha.

QUESTÃO 6 -  (ENEM) No ano passado, o governo promoveu uma campanha a fim de reduzir os índices de violência.
Noticiando o fato, um jornal publicou a seguinte manchete: CAMPANHA CONTRA A VIOLÊNCIA DO GOVERNO DO ESTADO ENTRA EM NOVA FASE A manchete tem um duplo sentido, e isso dificulta o entendimento.

Considerando o objetivo da notícia, esse problema poderia ter sido evitado com a seguinte redação

A) Campanha contra o governo do Estado e a violência entram em nova fase.
B) A violência do governo do Estado entra em nova fase de Campanha.
C) Campanha contra o governo do Estado entra em nova fase de violência.
D) A violência da campanha do governo do Estado entra em nova fase.
E) Campanha do governo do Estado contra a violência entra em nova fase.

QUESTÃO 7 - (ENEM)  A Propaganda pode ser definida como divulgação intencional e constante de mensagens destinadas a um determinado auditório visando criar uma imagem positiva ou negativa de determinados fenômenos. A Propaganda está muitas vezes ligada à ideia de manipulação de grandes massas por parte de pequenos grupos. Alguns princípios da Propaganda são: o princípio da simplificação, da saturação, da deformação e da parcialidade.
 (Adaptado de Norberto Bobbio, et al. Dicionário de Política)

Segundo o texto, muitas vezes a propaganda

A) não permite que minorias imponham ideias à maioria.
B) depende diretamente da qualidade do produto que é vendido.
C) favorece o controle das massas difundindo as contradições do produto.
D) está voltada especialmente para os interesses de quem vende o produto.
E) convida o comprador à reflexão sobre a natureza do que se propõe vender.

QUESTÃO 8 -  (ENEM)   Textos para as questões de 8 a 10.
O canto do guerreiro
 Aqui na floresta
 Dos ventos batida,
Façanhas de bravos
Não geram escravos,
Que estimem a vida
Sem guerra e lidar.
— Ouvi-me, Guerreiros,
 — Ouvi meu cantar.
Valente na guerra,
Quem há, como eu sou?
Quem vibra o tacape
 Com mais valentia?
Quem golpes daria
 Fatais, como eu dou?
— Guerreiros, ouvi-me;
 — Quem há, como eu sou?
Gonçalves Dias.

Macunaíma
(Epílogo)
Acabou-se a história e morreu a vitória. Não havia mais ninguém lá. Dera tangolomângolo na tribo Tapanhumas e os filhos dela se acabaram de um em um. Não havia mais ninguém lá. Aqueles lugares, aqueles campos, furos puxadouros arrastadouros meios-barrancos, aqueles matos misteriosos, tudo era solidão do deserto... Um silêncio imenso dormia à beira do rio Uraricoera. Nenhum conhecido sobre a terra não sabia nem falar da tribo nem contar aqueles casos tão pançudos. Quem podia saber do Herói?
Mário de Andrade.

A leitura comparativa dos dois textos acima indica que

 A) ambos têm como tema a figura do indígena brasileiro apresentada de forma realista e heroica, como símbolo máximo do nacionalismo romântico.
B) a abordagem da temática adotada no texto escrito em versos é discriminatória em relação aos povos indígenas do Brasil.
C)  as perguntas “— Quem há, como eu sou?” (1.o texto) e “Quem podia saber do Herói?” (2.o texto) expressam diferentes visões da realidade indígena brasileira.
D)  o texto romântico, assim como o modernista, aborda o extermínio dos povos indígenas como resultado do processo de colonização no Brasil.
E) os versos em primeira pessoa revelam que os indígenas podiam expressar-se poeticamente, mas foram silenciados pela colonização, como demonstra a presença do narrador, no segundo texto.

QUESTÃO 9 - O Romantismo literário, na poesia, foi dividido em três fases. Essas fases tinham como características centrais os temas que abordavam. O canto do guerreiro insere-se

A) na primeira fase, pois aborda a valorização da natureza.
B) na primeira fase, pois aborda o indianismo.
C) na segunda fase, pois aborda o tédio.
D) na terceira  fase, pois aborda o tema social da escravidão.
E) na primeira fase, pois aborda o mal do século/morte.

QUESTÃO 10  -   Considerando-se a linguagem desses dois textos, verifica-se que

 A)  a função da linguagem centrada no receptor está ausente tanto no primeiro quanto no segundo texto.
 B) a linguagem utilizada no primeiro texto é coloquial, enquanto, no segundo, predomina a linguagem formal.
 C) há, em cada um dos textos, a utilização de pelo menos uma palavra de origem indígena.
D) a função da linguagem, no primeiro texto, centra-se na forma de organização da linguagem e, no segundo, no relato de informações reais.
E)  a função da linguagem centrada na primeira pessoa, predominante no segundo texto, está ausente no primeiro.

QUESTÃO 11



(ENEM -2008) Na obra Entrudo, de Jean-Baptiste Debret (1768-1848), apresentada acima


A) registram-se cenas da vida íntima dos senhores de engenho e suas relações com os escravos.
B)  identifica-se a presença de traços marcantes do movimento artístico denominado Cubismo.
C)  identificam-se, nas fisionomias, sentimentos de angústia e inquietações que revelam as relações conflituosas entre senhores e escravos.
D) observa-se a composição harmoniosa e destacam-se as imagens que representam figuras humanas.
 E) constata-se que o artista utilizava a técnica do óleo sobre tela, com pinceladas breves e manchas, sem delinear as figuras ou as fisionomias.


Textos para as questões de 12 a 15.
A TRISTEZA

Triste sou como o salgueiro
Solitário junto ao lago,
Que depois da tempestade
Mostra dos raios o estrago.

De dia e noite sozinho
Causa horror ao caminhante,
Que nem mesmo à sombra sua
Quer pousar um só instante.

Fatal lei da natureza
Secou minha alma e meu rosto;
Profundo abismo é meu peito
De amargura e de desgosto.

À ventura tão sonhada,
Com que outrora me iludia,
Adeus disse, o derradeiro,
Té seu nome me angustia.

Do mundo já nada espero,
Nem sei por que inda vivo!
Só a esperança da morte
Me causa algum lenitivo.
Gonçalves de Magalhães

QUESTÃO 12 - Na primeira estrofe, o eu lírico utiliza, como recurso expressivo, para caracterizar seu estado de espírito,

A) metáfora
B) hipérbole.
C) eufemismo.
D) comparação.
E) antítese.

QUESTÃO 13 - A expressão algum lenitivo, da última estrofe, sugere que o eu lírico

A) teme a ameaça iminente  da morte.
B) sente-se incipiente ante a morte.
C) sente-se  espavorido diante da morte.
D) aceita a morte como um bálsamo.
E) lamenta a ameaça da morte.

QUESTÃO 14 -  A característica do Romantismo mais evidente neste poema  é
A) o espiritualismo.
B) o pessimismo.
C) a idealização da mulher
D) o confessionalismo.
E) a presença do sonho.

QUESTÃO 15 -  À ventura tão sonhada”, o termo em destaque na oração poderia ser substituída sem alterar o sentido por:

A)  ilusão
B) emoção
C) solidão.
D) felicidade.

E)  desencanto.