domingo, 12 de junho de 2016

Romantismo - Avaliação do 2º ano.

Textos para as questões de 1 a 5.

Texto I
“Mulher, Irmã, escuta-me: não ames,
Quando a teus pés um homem terno e curvo
jurar amor; chorar pranto de sangue,
Não creias, não, mulher: ele te engana!
as lágrimas são gotas de mentira
E o juramento manto da perfídia”.
              Joaquim Manoel de Macedo
    
Texto II
“Teresa, se algum sujeito bancar o
sentimental em cima de você
E te jurar uma paixão do tamanho de um
bonde
Se ele chorar
Se ele ajoelhar
Se ele se rasgar todo
Não acredite não Teresa
É lágrima de cinema
É tapeação
Mentira
CAI FORA
             Manuel Bandeira
QUESTÃO 1 - (Enem) Os autores, ao fazerem alusão às imagens da lágrima, sugerem que: 

A) Há um tratamento idealizado da relação homem/mulher.
B) Há um tratamento realista da relação homem/mulher.
C) A relação familiar é idealizada.
D) A mulher é superior ao homem.
E) A mulher é igual ao homem.

QUESTÃO 2 -  O recurso de intertextualidade pelo qual foi escrito o segundo texto foi

A) paródia.
B) paráfrase.
C) epigrafe.
D) tradução.
E) alusão.

QUESTÃO 3 - As figuras de linguagens predominantes nas passagens abaixo são respectivamente

jurar amor; chorar pranto de sangue,/ as lágrimas são gotas de mentira”

A) hipérbole/ironia.
B) ironia/metáfora.
C) metáfora/ hipérbole.
D) hipérbole/metáfora.
E) metáfora/antítese.

QUESTÃO 4 -  No segundo texto, os conectivos SE estabelecem relação de

A) causa.
B) comparação.
C) concessão.
D) finalidade.
E) condição.

QUESTÃO 5 - Joaquim Manuel de Macedo pertenceu ao movimento literário...,  publicando a obra...

A) Classicismo/ os Lusíadas.
B) Romantismo/Suspiros poéticos e saudades.
C) Barroco/ A  canção do exílio.
D) Humanismo/ Noite na taverna.
E) Romantismo/ A Moreninha.

QUESTÃO 6 -  (ENEM) No ano passado, o governo promoveu uma campanha a fim de reduzir os índices de violência.
Noticiando o fato, um jornal publicou a seguinte manchete: CAMPANHA CONTRA A VIOLÊNCIA DO GOVERNO DO ESTADO ENTRA EM NOVA FASE A manchete tem um duplo sentido, e isso dificulta o entendimento.

Considerando o objetivo da notícia, esse problema poderia ter sido evitado com a seguinte redação

A) Campanha contra o governo do Estado e a violência entram em nova fase.
B) A violência do governo do Estado entra em nova fase de Campanha.
C) Campanha contra o governo do Estado entra em nova fase de violência.
D) A violência da campanha do governo do Estado entra em nova fase.
E) Campanha do governo do Estado contra a violência entra em nova fase.

QUESTÃO 7 - (ENEM)  A Propaganda pode ser definida como divulgação intencional e constante de mensagens destinadas a um determinado auditório visando criar uma imagem positiva ou negativa de determinados fenômenos. A Propaganda está muitas vezes ligada à ideia de manipulação de grandes massas por parte de pequenos grupos. Alguns princípios da Propaganda são: o princípio da simplificação, da saturação, da deformação e da parcialidade.
 (Adaptado de Norberto Bobbio, et al. Dicionário de Política)

Segundo o texto, muitas vezes a propaganda

A) não permite que minorias imponham ideias à maioria.
B) depende diretamente da qualidade do produto que é vendido.
C) favorece o controle das massas difundindo as contradições do produto.
D) está voltada especialmente para os interesses de quem vende o produto.
E) convida o comprador à reflexão sobre a natureza do que se propõe vender.

QUESTÃO 8 -  (ENEM)   Textos para as questões de 8 a 10.
O canto do guerreiro
 Aqui na floresta
 Dos ventos batida,
Façanhas de bravos
Não geram escravos,
Que estimem a vida
Sem guerra e lidar.
— Ouvi-me, Guerreiros,
 — Ouvi meu cantar.
Valente na guerra,
Quem há, como eu sou?
Quem vibra o tacape
 Com mais valentia?
Quem golpes daria
 Fatais, como eu dou?
— Guerreiros, ouvi-me;
 — Quem há, como eu sou?
Gonçalves Dias.

Macunaíma
(Epílogo)
Acabou-se a história e morreu a vitória. Não havia mais ninguém lá. Dera tangolomângolo na tribo Tapanhumas e os filhos dela se acabaram de um em um. Não havia mais ninguém lá. Aqueles lugares, aqueles campos, furos puxadouros arrastadouros meios-barrancos, aqueles matos misteriosos, tudo era solidão do deserto... Um silêncio imenso dormia à beira do rio Uraricoera. Nenhum conhecido sobre a terra não sabia nem falar da tribo nem contar aqueles casos tão pançudos. Quem podia saber do Herói?
Mário de Andrade.

A leitura comparativa dos dois textos acima indica que

 A) ambos têm como tema a figura do indígena brasileiro apresentada de forma realista e heroica, como símbolo máximo do nacionalismo romântico.
B) a abordagem da temática adotada no texto escrito em versos é discriminatória em relação aos povos indígenas do Brasil.
C)  as perguntas “— Quem há, como eu sou?” (1.o texto) e “Quem podia saber do Herói?” (2.o texto) expressam diferentes visões da realidade indígena brasileira.
D)  o texto romântico, assim como o modernista, aborda o extermínio dos povos indígenas como resultado do processo de colonização no Brasil.
E) os versos em primeira pessoa revelam que os indígenas podiam expressar-se poeticamente, mas foram silenciados pela colonização, como demonstra a presença do narrador, no segundo texto.

QUESTÃO 9 - O Romantismo literário, na poesia, foi dividido em três fases. Essas fases tinham como características centrais os temas que abordavam. O canto do guerreiro insere-se

A) na primeira fase, pois aborda a valorização da natureza.
B) na primeira fase, pois aborda o indianismo.
C) na segunda fase, pois aborda o tédio.
D) na terceira  fase, pois aborda o tema social da escravidão.
E) na primeira fase, pois aborda o mal do século/morte.

QUESTÃO 10  -   Considerando-se a linguagem desses dois textos, verifica-se que

 A)  a função da linguagem centrada no receptor está ausente tanto no primeiro quanto no segundo texto.
 B) a linguagem utilizada no primeiro texto é coloquial, enquanto, no segundo, predomina a linguagem formal.
 C) há, em cada um dos textos, a utilização de pelo menos uma palavra de origem indígena.
D) a função da linguagem, no primeiro texto, centra-se na forma de organização da linguagem e, no segundo, no relato de informações reais.
E)  a função da linguagem centrada na primeira pessoa, predominante no segundo texto, está ausente no primeiro.

QUESTÃO 11



(ENEM -2008) Na obra Entrudo, de Jean-Baptiste Debret (1768-1848), apresentada acima


A) registram-se cenas da vida íntima dos senhores de engenho e suas relações com os escravos.
B)  identifica-se a presença de traços marcantes do movimento artístico denominado Cubismo.
C)  identificam-se, nas fisionomias, sentimentos de angústia e inquietações que revelam as relações conflituosas entre senhores e escravos.
D) observa-se a composição harmoniosa e destacam-se as imagens que representam figuras humanas.
 E) constata-se que o artista utilizava a técnica do óleo sobre tela, com pinceladas breves e manchas, sem delinear as figuras ou as fisionomias.


Textos para as questões de 12 a 15.
A TRISTEZA

Triste sou como o salgueiro
Solitário junto ao lago,
Que depois da tempestade
Mostra dos raios o estrago.

De dia e noite sozinho
Causa horror ao caminhante,
Que nem mesmo à sombra sua
Quer pousar um só instante.

Fatal lei da natureza
Secou minha alma e meu rosto;
Profundo abismo é meu peito
De amargura e de desgosto.

À ventura tão sonhada,
Com que outrora me iludia,
Adeus disse, o derradeiro,
Té seu nome me angustia.

Do mundo já nada espero,
Nem sei por que inda vivo!
Só a esperança da morte
Me causa algum lenitivo.
Gonçalves de Magalhães

QUESTÃO 12 - Na primeira estrofe, o eu lírico utiliza, como recurso expressivo, para caracterizar seu estado de espírito,

A) metáfora
B) hipérbole.
C) eufemismo.
D) comparação.
E) antítese.

QUESTÃO 13 - A expressão algum lenitivo, da última estrofe, sugere que o eu lírico

A) teme a ameaça iminente  da morte.
B) sente-se incipiente ante a morte.
C) sente-se  espavorido diante da morte.
D) aceita a morte como um bálsamo.
E) lamenta a ameaça da morte.

QUESTÃO 14 -  A característica do Romantismo mais evidente neste poema  é
A) o espiritualismo.
B) o pessimismo.
C) a idealização da mulher
D) o confessionalismo.
E) a presença do sonho.

QUESTÃO 15 -  À ventura tão sonhada”, o termo em destaque na oração poderia ser substituída sem alterar o sentido por:

A)  ilusão
B) emoção
C) solidão.
D) felicidade.

E)  desencanto.

A falsa inocência

Atividade de Língua Portuguesa

Leia o texto para responder às questões de 1 a 20.

A falsa inocência
É burrice proibir a propaganda para crianças. Elas não devem ser afastadas    do mundo real
Walcyr Carrasco    

Quando eu era menininho, mais ou menos aos 7 anos de idade, um colega me ofereceu um relógio no recreio. O preço era baixíssimo, 1 ou 2 cruzeiros na época. Menos que um sanduíche. Comprei. Cheguei em casa feliz com a nova aquisição. Meus pais examinaram o relógio e concluíram:
         – É impossível custar só isso. Aí tem alguma coisa errada.
        No dia seguinte, em lágrimas, tive de levar o relógio de volta e entregar à diretora da escola, com quem minha mãe falara pessoalmente. Não deu outra: era roubado. Eu chorava tanto pela perda do relógio como do dinheiro. Foi uma lição sobre valores, proporcionada, paradoxalmente, pelo contato com meu coleguinha larápio. Mas não é bom aprender a lidar com gente desonesta?
As lições da minha infância foram fundamentais. Me espanto quando grupos que pretendem defender a criança fazem o inverso: impedir que vivam experiências que contribuam para a formação de valores. Acho uma burrice a recente resolução do Conselho Nacional da Criança e do Adolescente, que proíbe a propaganda de produtos para a infância e adolescência, com força de lei.    
Certamente, quem compõe o órgão ligado à Presidência tem as melhores intenções. Mas age como se a criança devesse ser isolada de toda e qualquer experiência, inclusive do desejo de consumo. Fui um menino de família humilde. Inúmeras vezes pedi coisas impossíveis a meus pais. Ouvia “nãos” e aprendi a conviver com as limitações financeiras de minha família. Nem todas as conversas eram calmas. Fui um menino que batia o pé. E daí? A resolução do órgão governamental, assim como outros projetos de lei e ONGs, retira a educação dos filhos das mãos dos pais. Passa a ser uma decisão do Estado, que passa a controlar até suas pequenas ambições e a possibilidade de debate familiar.    
Desculpem, já não se viu isso antes, em Estados totalitários?
Colocar uma cúpula em torno das crianças é um falso pedagogismo. O grande teórico da educação Jean Piaget afirma que a criança deve construir o conhecimento. Para construir, são necessários elementos da realidade. Comecei falando de publicidade, porque é um fato recente. Mas o que mais assusta os bem-intencionados é a sexualidade. A educação sexual tornou-se uma lição ginecológica. Uma amiga tem dois filhos gêmeos e uma menina, mais velha. Depois de se preparar, conversar com uma pedagoga e tudo o mais, preparou-se para o grande dia. Sentou-se com os três e contou tudo sobre o ato e o nascimento dos bebês.  
Veio à pergunta fatal, da menina:
– Mamãe, você já fez?
Ela respirou profundamente e respondeu:
– Sim, já fiz com seu pai.
A menina sorriu.
         – Então, você teve sorte, só teve de fazer duas vezes para ter três filhos!
         A mãe ficou sem resposta. Eu disse:
        – Agora você tem um problema. Terá de explicar a sua filha que não é uma obrigação horrível. Mas que é bom, só que ela não deve fazer com todos os coleguinhas da escola.
A teoria esqueceu o principal: o amor. Uma criança não tem de ser tão bem informada quanto um médico. Mas entender um tema tão complexo por meio dos sentimentos. Adolescentes são tão expostos ao sexo – e hoje cada vez mais cedo –, então é bom que saibam do que se trata. Minha avó paterna, Rosa, se casou aos 13 anos com meu avô Ginez, já nos 20. Passaram mais de 50 anos juntos. Sinceramente, não posso dizer que minha avó fosse oprimida. Era brava, e quem comandava a casa era ela. Era comum que adolescentes se casassem. Basta lembrar nossos avós ou bisavós. Eu mesmo já pensava em sexo bem cedo. Lia os romances de Jorge Amado aos 12 anos e, desculpem, não era por paixão literária, mas pela sensualidade que transbordava em cada página. Os bem-intencionados que tentam afastar as crianças do mundo real, que fazem exigências sobre o que se pode dizer numa novela, nos livros adotados em escolas, na propaganda, não se lembram da própria infância? Pensavam em sexo, é claro. Curiosidade é parte da natureza.
Ainda bem que existem os contos de fadas. Neles, ainda não tiveram coragem de intervir. João e Maria são abandonados pelos pais na floresta. Salvam-se assando a bruxa no forno e pegando a fortuna dela, quando, então, são recebidos pelos pais, felizes. Não é um exemplo de vida, mas ajuda a criança a conviver com seus próprios sentimentos de rejeição e violência. Estabelece uma ponte com o mundo conturbado que, mais tarde, será preciso enfrentar. 

1. Sabemos que o texto dissertativo-argumentativo deve ser escrito  em linguagem formal. Reescreva o trecho abaixo,  mantendo a ideia do autor, mas utilizando a linguagem formal.

É burrice proibir a propaganda para crianças. Elas não devem ser afastadas    do mundo real.

2. Retire outras passagens do texto em que  ocorram a linguagem informal.
3. O autor utilizou a linguagem informal em algumas passagens do texto por quê?
4. Reescreva as orações da questão um, substitua  o ponto por vírgula e utilize um conectivo que transmita a ideia de explicação.
5. O autor é contra ou a favor da proibição de propagandas para crianças?
6. Qual a tese defendida pelo autor desse  texto?
7. Que argumentos o autor utilizou para sustentar  sua tese?
8. O que Jean Piaget afirmou sobre a criança?
9. Segundo o autor, como o tema da sexualidade é tratado?
10. Por que o autor defende que a teoria esqueceu o principal?
11. O que o autor afirma sobre os avós e  os bisavós?
12. Por que o autor lia Jorge Amado?
13. O que ele  afirma sobre os bem intencionados?
14. Por que o autor afirma: “ ainda bem que existem os contos de fadas”?
15. Segundo o autor,  os contos de fadas servem para quê?
16. O autor utiliza traços humorísticos no texto. Retire exemplos de humor nesse texto.

17. “Quando eu era menininho, mais ou menos aos 7 anos de idade,(...)”, o termo em destaque estabelece relação de:

A) tempo.  
B) conclusão.
C) explicação.
D) oposição.
E) comparação.

18. “Ainda bem que existem os contos de fadas. Neles, ainda não tiveram coragem de intervir.” o termo em destaque substituí:

A) João e Maria   
B) contos de fadas    
C) pelos pais        
D) bruxa no forno 
E) um exemplo.

19. “       – Agora você tem um problema. Terá de explicar a sua filha que não é uma obrigação horrível. Mas que é bom, só que ela não deve fazer com todos os coleguinhas da escola.” Substitua a expressão, em destaque,  por outra que mantenha a mesma ideia  expressa por ela.
20. Esse texto é um/uma:

A) crônica narrativa.
B) artigo de opinião.  
C) dissertativo-argumentativo.
D) conto de fadas.
E) nota de enciclopédia.

21. Como o tema da sexualidade deve ser encarado por pais, igrejas e escolas na atualidade? Escreva um parágrafo ou dois  para organizar sua resposta. utilize a linguagem formal.


sábado, 19 de março de 2016

Atividade de reescrita.


Leia o texto para reescrevê-lo: 

  • organize em dois parágrafos; 
  • procure evitar repetição de termos;
  • faça a concordância nominal;
  • utilize as conjunções adequadamente; 
  • veja a acentuação e  a pontuação.


Certas mulher não pensa que fazem, mais algumas nem sempre tem o tempo de pensar, algumas abortam por ter gravidez indesejada, outras querem, mais não podem ter, seus filhos. Nascem com doenças graves e ate mesmo incuraveis, pois se você não quer então porque não se cuidou não colocou preservativo seu maior erro é abortar um ser, ele não tem culpa, ele sente respira ouve tudo que você fala então pra que não ver ele nascer  ele não tem nem como se defender. Não só por isso mais se você não sabe, você está pecando, pois  na bíblia diz: bem aventuradas sejam as crianças , porque delas é o reino do ceu”. Então pra quer peca contra aquele que te deu a vida, se você não quer, não aborte, coloque na adoção ou algo parecido, mais não o mate, ele é inocente.


FILME: CARAMURU

FILME: C
1. Explique o título do filme a partir de elementos do enredo.
2. Indique as principais passagens do filme que utilizam, como recurso para produzir humor, polissemia. Cite exemplos.
3. Identifique os espaços/lugares onde se passam as cenas do filme e indique um episódio para cada lugar.
4. Quais informações históricas são apresentadas no filme.
5. Escolha três personagens e caracterize-as  física   psicologicamente.
6. Como são representados no filme os  indígenas e os europeus.
7. Quais costumes  do povo europeu e do povo indígena são apresentados no filme?
8. Você percebeu no filme aspectos preconceituosos em relação aos dois povos. Explique.
9. Qual passagem do filme você achou mais importante? Por quê?
10. Conte o filme com suas palavras.
Min.10L  Max. 15L

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

O grande assalto

Linguagens e Códigos- Língua Portuguesa

TEXTO 1

Leia o texto para responder às questões de 1 a 7.

O Grande Assalto Avenida Santo Amaro.
Às 13 h. Um homem mal vestido para em frente a uma concessionária de automóveis fechada e nota as bolas promocionais amarradas à porta. 
Um policial desce da viatura, olha para todos os lados e observa um suspeito parado em frente a uma concessionária. 
O suspeito está mal vestido e descalço. 
Uma senhora sentada no banco do ônibus que pára na avenida para pegar passageiros comenta com a moça sentada ao seu lado que tem um mendigo todo sujo parado em frente a uma loja de automóveis. 
Um senhor passa por um homem todo sujo. segura a carteira e começa a andar apressado. Logo que nota a viatura estacionada mais à frente, se sente seguro, amenizando os passos. 
Um jovem tenta desviar de trás do ônibus parado, os policias que ele vê logo à frente lhe trazem desconforto, pais seu carro está repleto de drogas que serão comercializadas na faculdade onde estuda.
 O homem malvestido resolve agir, dá três passos à frente, levanta as mãos e agarra duas bolas promocionais; faz a conta rapidamente e se sente realizado, quando pensa que ao vender as bolas comprará algo para beber. Uma moça alertada pela senhora ao seu lado no ônibus, chama a atenção de vários passageiros para o homem que, segundo ela, é um mendigo, e diz alto que ele acabou de roubar algo na concessionária.
 Um jovem com o carro cheio de drogas para vender na sua faculdade nota o homem correndo com duas bolas e dá ré no carro ao ver os policiais vindo em sua direção. 
Um policial alcança o homem mal vestido e bate com o cabo do revólver em sua cabeça várias vezes; o homem tido como mendigo pelos passageiros de um ônibus em frente cai e as bolas rolam pelo asfalto.
 Um motorista que dirige na mesma linha há oito anos tenta ficar com o ônibus parado para ver os policiais darem chutes e socos em um homem malvestido que está caído na calçada, mas o trânsito está livre e ele avança passando por cima e estourando duas bolas promocionais.

Disponívelem: Ferrez.blogspot.com.br/2004/10/o-grande-assalto-conto_22.html

1. Esse texto pertence ao gênero textual:
A) carta.
B) crônica.
C) conto.
D) notícia.

2. O conflito do texto tem início quando:
A) O rapaz com o carro cheio de droga vê os policiais.
B) uma senhora sentada no banco do ônibus
comenta com a moça sentada ao lado.
C) Um senhor passa por um homem todo sujo.
D) Um homem mal vestido pára enfrente a uma concessionária.

3. O tempo em que ocorre a narrativa é:
A) cronológico.
B) psicológico.
C) à noite.
D) indefinido.

4. O clímax da narrativa acontece quando:
A) Um policial alcança o homem mal vestido e bate com o cabo do revólver em sua cabeça várias vezes;
B) Um senhor passa por um homem todo sujo.
C) Um homem mal vestido pára enfrente a uma concessionária.
D) Um jovem tenta desviar de trás do ônibus parado.

5. O foco narrativo é em:
A) primeira pessoa do singular.
B) primeira pessoa do plural.
C) terceira pessoa do plural.
D) terceira pessoa do singular.

6. A atitude das pessoas em relação ao homem foi:
A) de humanidade;
B) de descaso.
C) de compaixão.
D) de solidariedade.

7. A atitude das pessoas, diante da cena do homem mal vestido, foi impulsionada por:
A) o medo que afeta as grandes cidades.
B) o assalto que o homem praticou.
C) a ação do policial que bate no homem.
D) a ação do motorista que estoura as bolas.

TEXTO 2
Leia o texto para responder às questões de 8 a 11.




8. O texto pertence ao gênero
A) conto.
B) anúncio publicitário.
C) anúncio classificado.
D) tirinha.

9. O humor no texto é criado por

A) anunciante procurar namorada em jornal..
B) anunciante exigir que a namorada tenha auto-
móvel.
C) anunciante colocar o e-mail.
D) anunciante solicitar as fotografias do automóvel.

10. O tipo de sujeito presente na oração, precisa-se
de namorada, é
A) simples.
B) composto.
C) indeterminado.
D) desinencial.

11. O verbo precisar,, em precisa-se de namorada,
é um verbo
A) transitivo indireto.
B) transitivo direto.
C) intransitivo.
D) bitransitivo.


TEXTO 3
Leia o texto para responder às questões de 12 e 13.


12. A linguagem empregada, na primeira parte do texto, é a que
A) aprende-se na escola.
B) fala-se com os amigos.
C) deve ser utilizada em situações formais.
D) em uma entrevista de emprego.

13. De acordo com a leitura do texto 4, procura mulher para:

A) ser namorada.
B) ser doméstica.
C) ser mãe.
D) ser elegante.


TEXTO 4



14. O termo assim do primeiro quadrinho poderia ser substituído:

A. preocupada 
B. pequena
C. inteligente. 
D. triste.

 15. De acordo com a leitura do texto, o país

A. continua do mesmo jeito. 
B. modificou-se ao longo do tempo. 
C. superou as crises. 
D. cresceu e se modificou.

Texto 1 QUESTÃO 1========================= Na primeira oração, a vírgula foi utilizada, porque há A) um vocativo. B) um aposto. C) um...